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Em busca do bronze: Brasil enfrenta a Turquia no sábado (10)

Nesta quinta-feira (08), no de um clássico do voleibol mundial, o Brasil acabou superado pelos Estados Unidos por 3 sets a 2; saiba mais
Em busca do bronze: Brasil enfrenta a Turquia no sábado (10)
Brasil precisa de uma vitória para conseguir o bronze (Alexandre Loureiro/COB)

Nesta quinta-feira (08), no de um clássico do voleibol mundial, o Brasil acabou superado pelos Estados Unidos por 3 sets a 2; saiba mais

Após a eliminação contra os Estados Unidos na semifinal, a seleção feminina de vôlei brasileira disputará o bronze nos Jogos Olímpicos de Paris. O time comandado por José Roberto Guimarães enfrentará a Turquia, no início da tarde de sábado (10), às 12h15 (de Brasília), na capital francesa.

Nesta quinta-feira (08), em uma batalha de um clássico do voleibol mundial, o Brasil acabou superado pelos Estados Unidos por 3 sets a 2 (parciais de 23/25, 25/18, 15/25, 25/23, 11/15) na semifinal, realizada na Arena Paris Sul.

O confronto contra as americanas era recheado de rivalidade e equilíbrio. As duas equipes, inclusive, fizeram a última final olímpica, em Tóquio 2020, em que o Brasil acabou com a medalha de prata.

Mediante grande exibição dos dois times, o confronto foi decidido no tie-break, com vitória das adversárias.

“Eu sei que por ser uma grande referência para o time acaba desestabilizando um pouco, principalmente as mais novas, as levantadoras, para terem mais opções de virada de bola. Mas fico orgulhosa das meninas, principalmente por ter feito uma partida incrível, de ter puxado o time desde o início. A gente não ter desistido dessa partida, a gente ter buscado ir para o tie-break, ter lutado até o final”, afirmou a jogadora Gabi.

Como foi a partida do Brasil na semifinal do vôlei feminino

O Brasil começou a partida com Roberta, Rosamaria, Thaísa, Carol, Gabi, Ana Cristina e Nyeme (líbero). Nitidamente mais tensa, a seleção foi pressionada logo nos primeiros pontos pela ofensividade americana, sobretudo no saque.

As adversárias abriram cinco pontos de vantagem (8 a 3) e Zé Roberto mexeu no time, acionando a inversão do 5 e 1 com Macris e Taiana. Ana Cristina foi para o serviço, forçou e o sistema bloqueio-defesa passou a funcionar

As brasileiras encostaram, empataram (12 a 12) e equilibraram o jogo, que passou a ser lá e cá. O Brasil chegou a virar o placar (19 a 16), mas as americanas deixaram tudo igual novamente e, no detalhe, fecharam o set em 25 a 23.

Brasil perdeu de 3 a 2 sets para os EUA (Alexandre Loureiro/COB)

No segundo set, as brasileiras voltaram agressivas e com maior volume de jogo, apresentado a partir da metade da parcial anterior.

Apesar de encontrar opositores de defesa forte, o Brasil encontrou caminhos com Ana Cristina, Gabi e Rosamaria para explorar jogadas rápidas e efetivar pontos de ataque que ajudaram o time a ir abrindo vantagem no marcador. Equilibrada em todos os fundamentos, a seleção dominou as ações e venceu a parcial por 25 a 18.

A terceira parcial foi diferente. De início, começou equilibrada, com troca de pontos. Mas uma polêmica de arbitragem em um suposto toque da Gabi na rede desconcentrou a seleção. As americanas se aproveitaram e conseguiram construir uma vantagem considerável.

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Zé Roberto acionou Julia Bergmann na vaga de Ana Cristina para tentar mudar a dinâmica da partida, mas não funcionou e os Estados Unidos aplicaram 25 a 15 para abrirem 2 sets a 1 na partida.

Tentativa de virada e derrota do Brasil

No quarto set, o Brasil veio para cima novamente. Focadas, as brasileiras encontraram dificuldades com o bom time americano, mas a equipe apresentou uma postura agressiva no saque e no ataque, o que acabou pressionando as adversárias.

A seleção conseguiu vantagem de três pontos (14 a 11), as americanas encostaram, mas o time manteve a concentração para fechar a parcial em 25 a 23 e deixar tudo igual em 2 sets a 2.

Em busca do bronze: Brasil enfrenta a Turquia no sábado (10)
Time segue sendo comandado por Zé Roberto Guimarães (Luiza Moraes/COB)

No set decisivo, as brasileiras mantiveram o ritmo agressivo e elevaram o volume de jogo, com boas defesas e contra-ataques. As americanas também vieram fortes e a partida ficou equilibrada. Entretanto, as adversárias acabaram sendo mais efetivas na reta final e venceram o time-break em 15 a 11 e a partida em 3 sets 2.

“Você está representando o seu país. Não deu ouro, foi luta, foi pegado o jogo o tempo inteiro, a gente fez o nosso melhor, caímos, caímos de pé. O que agora que nos resta é uma medalha de bronze, que a gente tem que valorizar muito. Esse jogo é pra sair da competição com vitória. Isso para mim é importante”, disse Zé Roberto Guimarães.

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