Os moradores de Osasco, Terry Trindade e Diogo Medeiros, e outros brasileiros de Minas Gerais e do Paraná, não conseguem sair de Quito, no Equador, após o fechamento das fronteiras pelo governo equatoriano na última segunda-feira (16).
Ouça o áudio da moradora de Osasco, Terry Trindade
“Estamos em um grupo de 14 brasileiros impedidos de voltar para o Brasil. Temos um idoso de 60 anos no grupo com uso de medicamentos controlados que irão acabar”, desabafa Terry.
O casal chegou ao país no dia 29 de fevereiro antes do surto da Covid-19. “Eu e meu marido compramos nossas passagens muito tempo atrás não estava nada com essa crise, saímos de São Paulo, nem casos confirmados tinham ainda, não sabíamos como ia ser enfim não imaginávamos que ia ser assim”, desabafa a jovem. Quando chegaram ao país confirmaram um caso positivo e eles foram acompanhando a situação e realizaram os passeios programados entre eles um passeio para a Ilha de Galápagos.
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Após o tour pelo país, os osasquenses se preparavam para voltar para o país na segunda-feira (16), conseguiram embarcar normalmente de Galapagós até Quito onde faria uma escala para retornar para São Paulo mas foram impedidos pela companhia aérea Avianca. “Conseguimos embarcar no voo. Não fomos informados de nada no avião quando a gente estava sentado, tina um casal de brasileiros na poltrona da frente e eles perceberam que a gente também era brasileiro e comentaram que o voo foi cancelado pela Avianca e tudo mais”, comenta Terry. “A gente não viu nada disso. Ninguém avisou a gente de nada como a gente teria conexão depois ninguém avisou nada e a gente estava com o cartão de embarque a gente achou que era boato”.
Segundo o casal e os outros brasileiros “presos” no Equador estão hospedados em hostel sem ajuda da Embaixada Brasileira e sem informações.
Procurados a Avianca e o Itamaraty ainda não se manifestaram sobre o ocorrido.







