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Bradesco aciona MC Guimê na Justiça por dívida de R$ 164 mil

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Participante do BBB 23, MC Guimê havia feito acordo com o banco em 2018 (Divulgação/Reprodução Instagram)

Banco pede a penhora de rendimentos de plataformas musicais e das redes sociais do artista, que reside em Alphaville e segue confinado no BBB 23, para quitar a dívida com cartão de crédito

O osasquense e o morador de Alphaville, Guilherme Aparecido Dantas Pinho, 30, mais conhecido como MC Guimê, sofreu a segunda derrota na Justiça de São Paulo. Dessa vez, pelo banco Bradesco, sediado no município de Osasco, que acusa uma dívida de cartão de crédito do artista que chega ao valor de R$ 164.442,62.

De acordo com a reportagem de Ives Ferro e Li Lacerda, do site “Notícias da TV”, a Justiça de São Paulo aceitou o pedido do banco e determinou que fosse penhorado os rendimentos de plataformas musicais e das redes sociais do artista para o pagamento da dívida. 

Conclusão, parte do valor que o artista arrecada na internet com Spotify, TikTok, Google e Kwai, por exemplo, serão confiscados pela Justiça, além das contas bancárias e demais investimentos que tenham em seu nome como contas correntes, poupanças, fundos de investimentos e ações. 

Em 2018, houve um acordo entre o banco e MC Guimê para que as parcelas fossem quitadas mensalmente. Na ocasião, foram pagos oito parcelas de R$ 3.000, totalizando  R$ 24 mil, sendo uma paga em 2018, quatro em 2019 e três em 2020. Como não foram feitos mais depósitos, o valor da dívida aumentou com as devidas correções monetárias. 

Mais dívidas
Essa é a segunda derrota judicial do artista deste ano. Recentemente, a Justiça de São Paulo determinou que fosse penhorado  os valores dos cachês e eventuais prêmios recebidos durante a sua participação no reality Big Brother Brasil 23, exibido pela “TV Globo”. A decisão foi referente a uma dívida do imóvel onde mora o cantor em um condomínio de luxo, localizado em Santana de Parnaíba.

Dois empresários, que não tiveram a identidade revelada, afirmam que MC Guimê comprou, em fevereiro de 2016, este imóvel por R$ 2,2 milhões, mas teria deixado de pagar aproximadamente R$ 777 mil. Por essa razão, exigiram na Justiça a rescisão do contrato e o pagamento de uma indenização por fruição, espécie de aluguel pelo tempo em que ele usufruiu do imóvel — com as correções, atualmente, a dívida soma em R$ 2,9 milhões.

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