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Azul, sediada em Barueri, evita a emissão de 110 mil toneladas de CO2

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Para 2024, a empresa espera atrair a parceria de mais aeroportos (Divulgação/Reprodução Redes sociais)

“O uso de APU em solo gerou economia de quase 36 milhões de Kg de combustível”, diz Daniel Tkacz, vice-presidente de Operações da Azul

A Azul Linhas Aéreas, com sede na cidade de Barueri, deixou de emitir 110 mil toneladas de CO2 no ano de 2023. Esse montante é resultado do APU – Zero, programa que tem o objetivo de minimizar a utilização desse motor auxiliar da aeronave. O Auxiliary Power Unit (APU), ou Unidade Auxiliar de Energia, localizado, geralmente, na cauda de alguns aviões, é acionado para manter os sistemas ligados quando a aeronave está em solo.

Segundo Daniel Tkacz, vice-presidente de Operações da Azul Linhas Aéreas, os resultados do APU Zero até agora têm estimulado cada vez mais o crescimento do programa e o interesse de novos aeroportos por onde circulam os quase mil voos diários da companhia. “O uso de APU em solo, nas bases que adotam o nosso programa, gerou uma economia de quase 36 milhões de Kg de combustível, o equivalente a mais de 18 mil pontes aéreas Rio-São Paulo”, afirma Tkacz.

Azul: 18 bases participam do programa

Em parceria com a companhia, 18 bases da Azul no País adotam, atualmente, o conjunto de ações para reduzir ao máximo o uso do APU durante o momento do embarque e desembarque dos voos da empresa. A maioria delas – 12 aeroportos – fizeram a adesão à iniciativa ao longo deste ano. Todas colaboram para uma redução de mais de 70% no uso de querosene das aeronaves enquanto elas estão em solo.

Com o programa e a parceria dos aeroportos, ao pousar, os voos da Azul são recebidos com fonte externa de energia elétrica e ar-condicionado, garantindo conforto aos clientes que embarcam e desembarcam. Isso acontece sem que o APU seja ligado e consuma parte do combustível da aeronave.

A primeira base a aderir ao APU Zero em abril de 2022 foi o Aeroporto de Viracopos (VCP), em Campinas (SP). Além de VCP, os aeroportos de Ribeirão Preto (RAO), Guarulhos (GRU), Congonhas (CGH), Natal (NAT), São Luís (SLZ), Vitória (VIX), Goiânia (GYN), Curitiba (CWB), Belém (BEL), Florianópolis (FLN), Confins (CNF), Brasília (BSB), Rio de Janeiro (SDU), Cuiabá (CGB), Recife (REC), Salvador (SSA) e Manaus (MAO) aderiram ao programa.

Para 2024, a empresa espera atrair a parceria de mais aeroportos – dos mais diversos tamanhos – e em todas as regiões do Brasil.

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