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Apesar da fase vermelha, escolas estaduais e faculdades de Medicina e Saúde de São Paulo continuarão abertas

Resolução não é obrigatória para todos, somente para os alunos que necessitam de suporte para alimentação, apoio tecnológico, entre outros
As aulas e atendimentos para a população mais vulnerável, que necessita ir à escola, ocorrerá com horário marcado e agendamento (Foto: Divulgação / Reprodução Governo do Estado de São Paulo)

“A escola funcionará para quem precisa. E esse aprendizado está muito claro. Quem puder ficar em casa, fique em casa”, disse o secretário estadual da Educação, Rossieli Soares, durante coletiva realizada na quarta-feira (3), no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo. De acordo com o secretário, em dezembro, por decreto, o governo do estado considerou a escola como serviço essencial, principalmente porque há alunos que necessitam de suporte para alimentação e de apoio tecnológico, pois suas famílias são mais vulneráveis, ou que possuem doença genética ou deficiência.

As escolas permanecerão abertas, porém operando com restrições, ou seja, menos funcionários e menos alunos e com todas as medidas sanitárias necessárias, como uso de máscaras, utilização de álcool em gel e distanciamento social.

As aulas e atendimentos para essa população mais vulnerável ocorrerá com  horário marcado e agendamento. Serão mantidos também os serviços de transporte escolar, cuidadores e intérprete de libras, assim como os equipamentos e apoio dos professores de tecnologia. As faculdades de medicina e serviços de saúde, essenciais nesse período de pandemia, também continuarão abertas.