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Vôlei: Osasco e Barueri estreiam na Superliga nesta sexta-feira, 28

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Após “fracasso” no Campeonato Paulista, Osasco e Barueri buscam reabilitação na Superliga (Divulgação / ZDL Sports/ @carol__fotografia)

As equipes de São Paulo viajam até o Rio de Janeiro para a primeira rodada da competição nacional. Barueri enfrenta o Fluminense, às 19h30. Já o time de Osasco encara o Flamengo, às 21h

A Superliga Nacional de Vôlei Feminino começa na próxima sexta-feira (28). Na primeira rodada da competição, Osasco e Barueri viajam até o Rio de Janeiro, RJ, para enfrentar Flamengo e Fluminense, respectivamente.

A abertura da primeira rodada terá Fluminense contra o Barueri no Ginásio Hebraica Rio, às 19h30. A equipe de São Paulo ficou em 6° lugar na temporada anterior, enquanto a equipe carioca terminou em 10°. 

Para finalizar o primeiro dia de competição, a equipe do Osasco São Cristóvão Saúde enfrenta o Flamengo no Ginásio Tijuca Tênis Clube, às 21h. A partida tem gostinho de revanche, já que na temporada anterior, as equipes se encontraram nas quartas-de-final e os cariocas se classificaram no terceiro jogo. 

Formato da competição
Seguindo o calendário, a Superliga feminina começa no próximo dia 28 de outubro e vai até maio de 2023. O formato é simples: todos jogam contra todos em turno e returno. Após o fim das rodadas, as oito melhores passam para os playoffs (fase eliminatória).

Na primeira etapa eliminatória, nas quartas-de-final, o primeiro enfrenta o oitavo, o segundo o sétimo e assim por diante. No sistema: melhor de três partidas. A semi respeita a mesma regra. E a final, com jogo único e transmissão, terá mando de quadra definido pela Confederação Brasileira de vôlei (CBV).

A atual campeã é o Gerdau/Minas, que conseguiu vencer o Dentil/Praia Clube na última temporada. O terceiro lugar ficou com o Sesi/Bauru.

Nova regra contra atos discriminatórios
A edição desta temporada, terá pela primeira vez uma regra que prevê punição em caso de atos discriminatórios de qualquer natureza (raça, gênero, orientação sexual e religião entre outros).

A norma, estabelecida pela Confederação Brasileira de Vôlei, vale para todos: atletas, dirigentes, treinadores, integrantes de comissões técnicas e até mesmo torcedores. O clube que não identificar o infrator será penalizado com perda de um ponto.

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