Obrigatoriedade nos ônibus, trens e metrô começa a partir deste sábado (26). Entre as cidades que fazem parte do consórcio Cioeste, Barueri afirmou que irá acatar a decisão e Cotia já a adotou dia 18
Em decorrência do aumento de casos e internações de pacientes com covid-19, o governo do estado de SP decidiu retomar a obrigatoriedade de máscaras em ônibus, metrôs e trens a partir deste sábado (26), seguindo análise técnica do Conselho Gestor da Secretaria Estadual de Ciência, Pesquisa e Desenvolvimento em Saúde.
Desde o dia 18 deste mês, a secretaria de Saúde de Cotia já havia recomendado a volta do uso de máscara em transporte público, escolas, locais de atendimento público, e locais com grande movimentação de pessoas. Outras cidades da região oeste metropolitana de São Paulo ainda não se pronunciaram sobre a decisão estadual, mas devem fazê-lo aos poucos, a exemplo de Barueri, que ainda não tornou oficial o procedimento, mas, de acordo com informações de sua assessoria de imprensa, sempre segue o estado nessas importantes tomadas de decisões.
O estado de São Paulo vem apresentando aumento expressivo na transmissão da doença, que se reflete principalmente nos indicadores de internações por covid-19 em leitos de enfermaria e UTI, que nos últimos 14 dias mostram crescimento de 156% e 97,5%, respectivamente, chegando a uma média diária de mais de 400 novas internações.
Frente a esse quadro atual, o Conselho Gestor da SCPDS recomenda que a população tome as doses de reforço das vacinas, se ainda não o fizeram, e reforça a necessidade de termos à disposição todos os antivirais para tratamento, tanto em hospitais (caso do Redemzevir) quanto em farmácias (caso do Paxlovid, que será vendido com prescrição), além de monitoramento constante nas cidades, assim como testagem e incentivo do uso de equipamento protetivo (máscaras e álcool em gel) pelos munícipes.
Faltosos
Em todo o Estado são 10 milhões de adultos que não tomaram a 1ª dose de reforço e 7 milhões sem a 2ª dose de reforço. É importante também que as cidades reforcem a cobertura vacinal de crianças e adolescentes e porque as autoridades de Saúde têm observado um aumento de internações nesse grupo populacional.






