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Para Rogério Lins, CPI da saúde é política e eleitoreira

Lins diz que está à disposição para receber a oposição - Foto: Edivaldo Santana/GIRO S/A

Um pedido de CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) tem elevado o clima das discussões na Câmara de Osasco. A solicitação com três assinaturas – Dra. Régia (PDT), Dr. Lindoso (PSDB) e Tinha (PTB) – quer apurar irregularidades na secretaria da Saúde do prefeito Rogério Lins (Pode).
Ao Giro S/A, o prefeito disse que respeita o trabalho da oposição. "Respeito o trabalho deles, mas acho que é necessário sugerir soluções. O eleitor está cansado de quem só reclama e a última eleição mostrou que quem só reclamou não obteve bons resultados para deputado estadual e federal", afirma.
Sobre a denúncia de que 400 pessoas morreram em unidades de saúde da rede municipal em 60 dias (7 de dezembro a 7 de fevereiro), Lins garante que esses números não são verdadeiros. "Os óbitos registrados no IML são da região e não só de Osasco. Entendo que esse é um movimento eleitoreiro e político. Esses vereadores nunca me procuraram para dar uma sugestão, inclusive estou à disposição para recebê-los. Não adianta vestir camiseta preta, ir ao calçadão, pois muito mais do que gritar as pessoas querem solução", dispara.
O vereador Tinha, autor do documento afirma que o pedido não é político. "Não aceito que digam que a CPI é eleitoreira. Protocolei em 31 de agosto de 2018, então não é político, pois, não sou candidato a prefeito. A CPI é para investigar. Vejo uma situação muito grave na saúde", finaliza.

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