Osasco: vereadores aprovam projeto que cria órgão fiscalizador de produtos de origem animal

Com aprovação, estabelecimentos que tiverem dentro dos padrões receberão um selo garantindo que os produtos seguem as regras sanitárias de produção industrial e sanitário; veja os detalhes
Projeto ainda precisa passar por uma segunda votação no plenário da Câmara (Ricardo Migliorini/CMO)

Com aprovação, estabelecimentos que tiverem dentro dos padrões receberão um selo garantindo que os produtos seguem as regras sanitárias de produção industrial e sanitário; veja os detalhes

Os vereadores de Osasco aprovaram durante a sessão na Câmara Municipal, de quinta-feira (17), o Projeto de Lei 160/2021, de autoria do prefeito Rogério Lins (Podemos), que cria o Serviço de Inspeção Municipal de produtos de origem animal. Segundo o projeto, o objetivo é garantir aos consumidores que os estabelecimentos ofereçam produtos que foram produzidos dentro das regras estabelecidas pela legislação tanto do ponto de vista industrial e sanitário.

“O objetivo é fiscalizar os estabelecimentos que produzem produtos de origem animal, como ovos, leites, carnes, entre outros. Esses estabelecimentos terão o selo municipal que será mais uma forma de garantir que seus produtos seguem todos os parâmetros estabelecidos por lei”, explicou o vereador Délbio Teruel (União) ao fazer a defesa do projeto na tribuna.

De acordo com o PL, o Serviço de Inspeção Municipal – S.I.M. será vinculado a Secretaria de Governo, por meio da Secretaria Executiva de Fiscalização, Licenciamento e Empreendedorismo. Durante a fiscalização serão observados diversos pontos, como: as condições higiênico-sanitárias de produção, manipulação, beneficiamento, armazenamento e transporte; a fiscalização e o controle do uso de aditivos, empregados na industrialização; a fiscalização das condições de higiene e saúde das pessoas que trabalham nos estabelecimentos; entre outros pontos.

Agora, antes de seguir para sanção do prefeito de Osasco, Rogério Lins, o projeto deve passar por uma segunda votação no plenário, que deve acontecer na próxima terça-feira (22).