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​Morre Joel Schumacher diretor de ‘Batman & Robin’ aos 80 anos

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Joel Schumacher na estreia de “Twelve: Vidas Sem Rumo”, em 2010.(Foto: Peter Kramer/AP Photo)

O cineasta norte-americano Joel Schmacher, morreu nesta segunda-feira (22), aos 80 anos, em Nova York. Ele lutava contra o câncer há cerca de um ano. 

De acordo com o site da revista “Hollywood Reporter”, o anúncio foi feito por um representante.

Schumacher era famoso por ter realizado os filmes “Os garotos perdidos” (1987) e “Batman & Robin” (1997).

Nascido em Nova York, no bairro do Queens, em 29 de agosto de 1939, o diretor era filho único e teve uma infância muito difícil, pois se tornou órfão muito cedo.

O cineasta iniciou sua carreira na moda, até começar a trabalhar como figurinista em “O Dorminhoco” (1973), de Woody Allen.

Seu primeiro roteiro foi para o musical “Sparkle” (1976). Já seu primeiro trabalho como diretor foi em “A incrível mulher que encolheu” (1981), com Lily Tomlin no papel principal.

O norte-americano também dirigiu “O primeiro ano do resto de nossas vidas” (1985), “Linha mortal” (1990), “Um dia de fúria” (1993) e “O cliente” (1993).

Em 1995, se tornou o responsável pela série de filmes do Batman, iniciada pelo também diretor Tim Burton.

Depois do sucesso de “Batman Eternamente”, que conseguiu a maior bilheteria no fim de semana de estréia até então, Schumacher foi criticado por “Batman & Robin” (1997), pelo qual se desculpou diversas vezes ao longo das décadas.

Outros destaques da carreira do diretor são “Tempo de matar” (1996), “8mm: Oito milímetros” (1999), “Ninguém é perfeito” (1999), “Tigerland – A Caminho da Guerra” (2000), “Por um fio” (2002) e “O fantasma da ópera” (2004).

Seu último trabalho como diretor foi em dois episódios da primeira temporada da série “House of Cards”, em 2013.

Durante uma entrevista em 2019, o diretor refletiu sobre como a crítica menosprezava algumas de suas obras, recordando-se de uma exposição dos artistas James McNeill Whistler e John Singer Sargent que visitou durante uma viagem à Inglaterra.

“Os dois foram desprezados pelos críticos de arte, mas fizeram algo brilhante. Bem ao lado das obras, na parede, estavam cópias emolduradas dos reviews horríveis que eles receberam. Quem se lembra desses reviews?”, questionou Schumacher.

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