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Governador de SP determina desbloqueio de rodovias e multa de R$ 100 mil por hora

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Governador concedeu coletiva ao lado do o secretário de Segurança Pública do Estado, general João Camilo Pires de Campos, a procuradora geral do Estado, Inês Maria dos Santos Coimbra, e o procurador-geral de Justiça de São Paulo, Mário Sarrubbo (Divulgação/Governo do Estado)

Governador destacou que a Polícia Militar poderá fazer o emprego de força caso haja resistência ao cumprimento da decisão judicial do STF. “Nós vamos aplicar aquilo que determina a decisão judicial”

Em coletiva, na manhã desta terça-feira (1º), o governador do estado de São Paulo, Rodrigo Garcia (PSDB) determinou que forças de segurança de São Paulo atuem para o imediato desbloqueio de rodovias em todo estado. Segundo o gestor estadual, as ações comandadas pela Polícia Militar vão priorizar o diálogo, mas em casos de resistência, poderá haver uso de força. Nas 12 cidades que compõem um consórcio de municípios da região Oeste da Grande São Paulo existem bloqueios nas rodovias Castello Branco, Raposo Tavares, Anhanguera, entre outros pontos.

“Nós procuramos dialogar e negociar com esses manifestantes, para que as vias públicas fossem desobstruídas desde ontem. Hoje pela manhã, em virtude da decisão do Supremo Tribunal Federal, as negociações se encerram e partir de agora nós vamos aplicar aquilo que determina a decisão judicial”, afirmou o governador.

A decisão do governador atende determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, para que as forças de segurança tomem medidas imediatas para impedir as ações de bloqueio nas rodovias de todo o País. Com isso, os manifestantes que descumprirem as determinações do STF e resistirem às ações da Polícia Militar, poderão ser multados e presos. A multa prevista é de R$ 100 mil por hora para cada veículo que realizar a obstrução de vias.

“São Paulo respeita a democracia, o estado democrático de direito, e não vai ser manifestação ou baderna que vai fazer com que a sociedade não reconheça os resultados da urna. Aos vencedores, o mandato, e aos perdedores, o reconhecimento da derrota. É isso que determina a nossa Constituição e é isso que São Paulo vai preservar”, destacou.

O secretário de Segurança Pública do Estado, general João Camilo Pires de Campos, a procuradora geral do Estado, Inês Maria dos Santos Coimbra, e o procurador-geral de Justiça de São Paulo, Mário Sarrubbo, também participaram da coletiva.

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