Poderemos viver mais segundo estimativa do IBGE divulgada nesta quinta-feira, 29. Em 1940, um indivíduo ao atingir 65 anos esperaria viver em média mais 10,6 anos, sendo que, no caso dos homens, seriam 9,3 anos e, no das mulheres, 11,5 anos. Em 2015, esses valores passaram a ser de 18,4 anos para ambos os sexos, 16,7 anos para homens e 19,8 anos para as mulheres. Em 1940, a população de 65 anos ou mais representava 2,4% da total. Em 2015, 7,9%.As expectativas de vida ao atingir 80 anos foram de 9,4 (total), 10,1(mulheres) e 8,4 (homens). Em 1940, estes valores eram de 4,3 para ambos os sexos, de 4,5 para as mulheres e de 4,0 para os homens.
Entre 1940 e 2015 também diminuiu a mortalidade feminina no período fértil, de 15 a 49 anos de idade. Em 1940, de cada cem mil nascidas vivas, 77 mil iniciaram o período reprodutivo e dessas, 57.336 completaram esse período. Já em 2015, de cada cem mil nascidas vivas, 98.302 atingiram os 15 anos de idade e 94.052 chegaram ao final do período. A probabilidade de uma recém-nascida completar o período fértil passou de 573‰ (por mil) em 1940 para 941‰ em 2015.
A fase adulta (15 a 59 anos de idade) também foi beneficiada com o declínio dos níveis de mortalidade. Em 1940, de 1.000 pessoas que atingiram os 15 anos, 535 aproximadamente completaram os 60 anos. Já em 2015, 858 atingiram essa idade.






