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Ex-jogador Cafu, morador de Alphaville, perde imóvel por dívida de R$11 milhões

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A Capi Penta International Football Player, empresa do pentacampeão mundial, foi alvo de processo e tem dívida milionária (Divulgação/Arquivo Pessoal/Reprodução Instagram)

Ex-jogador pentacampeão teve um sobrado avaliado em R$ 662 mil, localizado na capital paulista, leiloado em razão de dívidas com instituições bancárias. Cafu tentou recorrer da decisão

Reportagem assinada pelo jornalista Rogério Gentile, publicada nesta quarta-feira (5) pelo portal de notícias “UOL”, afirma que o ex-jogador de futebol Marcos Evangelista de Morais, 52, o Cafu, perdeu um imóvel em leilão realizado por determinação judicial, em razão de uma dívida estimada em cerca de R$ 11 milhões. O ex-lateral-direito que reside com a família em Barueri, em um condomínio de luxo localizado em Alphaville, vem sofrendo com dívidas desde 2019, e enfrenta diversos processos movidos por instituições como: Vob Cred, Banco ABC Brasil, Banco Industrial e Banco Santander. Segundo a matéria do “UOL”, em 22 de setembro, o juiz Bruno Paes Straforini deferiu a carta de arrematação do imóvel aos novos proprietários.

O imóvel em questão é um sobrado de 154 metros quadrados, localizado no condomínio Vila do Rossio, no Morumbi Sul, na cidade de São Paulo. Um perito avaliou o valor do imóvel em R$ 662 mil, mas a casa foi arrematada no leilão por R$ 333,3 mil. O leilão foi realizado em um processo aberto pela Vob Cred Securitizadora, em fevereiro de 2018, contra a Capi-Penta International Football Player Ltda, empresa de agenciamento de atletas, que pertence ao ex-jogador e sua esposa Regina. Além do imóvel leiloado, outras cinco propriedades foram levadas a leilão em junho de 2020. 

Ao todo, seriam 32 imóveis sob a posse de Cafu e sua esposa, entre apartamentos em São Paulo e Alphaville, uma casa em Barueri, uma no litoral, e diversos terrenos no interior paulista. Todos os bens em questão foram adquiridos na época em que Cafu ainda jogava.

Tentativa de impugnação
O ex-atleta tentou impugnar o leilão, argumentando à Justiça que houve irregularidades no procedimento, citando, entre elas, o valor da comissão do leiloeiro e o fato de o pagamento ser realizado via parcelamento. 

Ressaltou também que a ação que gerou a penhora dos seus bens possui diversos vícios formais e processuais. Afirmou que a Justiça realizou a penhora de todo o seu patrimônio, “cometendo um verdadeiro excesso”. 

Questionou ainda a avaliação dada pelo perito a alguns dos imóveis penhorados. Segundo Cafu, algumas propriedades foram avaliadas em um preço menor do que realmente valiam. Apesar das reclamações e tentativas de impugnação, a Justiça não aceitou a argumentação e o imóvel foi transferido para o vencedor do leilão

*Com informações do portal “UOL”.

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