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Em Osasco, Polícia Civil prende analista de TI por suspeita de pedofilia

Equipes da Dise de Barueri encontraram dentro do notebook do suspeito, mais de dois mil gigabytes de vídeos ilegais. Além de baixar o conteúdo, homem compartilhava o material pornográfico infantil
O crime de pedofilia é inafiançável (Divulgação/Reprodução-Record TV)

Equipes da Dise de Barueri encontraram no notebook do suspeito, mais de dois mil gigabytes de vídeos ilegais. Além de baixar o conteúdo, homem compartilhava o material pornográfico infantil

Foi preso na manhã de quinta-feira (16), em Osasco, o analista de TI, Anderson Paes Gonçalves, 43, acusado pedofilia. A captura foi feita por policiais civis de Barueri. O endereço da apreensão foi divulgado pelas autoridades policiais.

Os crimes cometidos pelo indivíduo, que trabalha como analista de Tecnologia da Informação, foram identificados durante a apuração de inquéritos sobre pedofilia, feitos por equipes da Delegacia Seccional de Carapicuíba. Por meio do número de IP das máquinas utilizadas para o download do material, a operadora da internet forneceu aos agentes o nome e o endereço do usuário.

A Polícia Civil conseguiu um mandado de busca e apreensão com a Justiça paulista, e realizou as devidas diligências. Os agentes foram até a residência de Anderson. O homem forneceu seu notebook e confessou o crime aos oficiais. Além de baixar o conteúdo ilegal, o analista de TI compartilhava o material na internet.

No equipamento, de acordo com a corporação, foram identificados cerca de dois mil gigabytes de vídeos contendo material pornográfico infantil. O indivíduo foi encaminhado à Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (DISE) de Barueri, onde permaneceu à disposição da Justiça. O crime de pedofilia é inafiançável. A defesa de Anderson não foi encontrada pela reportagem do GIRO.

Segundo publicação do Senado Federal, atualmente, o Brasil ocupa o 2º lugar no ranking mundial de exploração sexual de crianças e jovens, com cerca de meio milhão de vítimas a cada ano. Dessas vítimas, estima-se que 75% sejam meninas e negras.

*Com informações do portal de notícia “R7”.