Destaque 

EAD cresce a cada ano em instituição

Foto: Divulgação

Ainda jovem, o EAD do Mackenzie começou em 2016, em 5 polos e 3 cursos tecnológicos. Hoje, há 33 polos e 12 cursos de graduação e 11 de pós-graduação. Isso tudo numa instituição criada em 1870, repleta de história e referências.

Nos cursos tecnológicos (de gestão), aponta a professora Esmeralda Rizzo, coordenadora do Centro de Educação a Distância da Universidade Presbiteriana Mackenzie, o aluno faz encontros integrados uma vez por mês no polo, não obrigatórios. Esses cursos duram 2 anos. Os de licenciatura levam 4 anos, com encontros obrigatórios nos polos. Há ainda 2 cursos tecnológicos – Tecnologia em Análise de Desenvolvimento de Sistema, recentemente lançado, e Jogos Digitais, novidade em 2019 – ambos de 30 meses. Na graduação há 1.150 alunos e na pós-graduação, 2.400.

A sala de aula é o ambiente virtual, o professor faz o acompanhamento do aluno e um funcionário do Mackenzie, o tutor,fica nos polos. "Todo material didático é feito pelos professores em Moodle customizado, no qual o aluno é o grande protagonista", conta Esmeralda. Nem todos cursos EAD existem no presencial. Os tecnológicos de gestão, por exemplo, são exclusivos do EAD.

Em média, um curso EAD é cerca de 40% mais em conta do que um presencial.

Para a coordenadora do Mackenzie, o EAD proporciona inclusão. Ela destaca, por exemplo, a facilidade de acesso a alunos com necessidades especiais.

Já a evasão é baixa, cerca de 20%. "Identificamos pessoas que não se adaptam à metodologia." O tempo depende da pessoa, mas ela estima que 2 horas e meia por dia é o suficiente. Perda de emprego ou problemas de saúde também compõem os motivos de desistências.

"O EAD é uma coisa viva, porque todo dia tem inovações. Precisa estar sempre atualizado com tudo porque sempre surge uma tecnologia nova. A modalidade veio para ficar, vamos caminhar num cenário de ensino híbrido, de usar os recursos da EAD nos cursos presenciais. A perspectiva é crescer."

Veja também: