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Editorial da edição 373

Esta semana foi uma das mais doloridas para o País, como nação, neste ano​

Esta semana foi uma das mais doloridas para o País, como nação, neste ano. Assistimos perplexos, ao acidente que vitimou 71 pessoas, entre jogadores do Chapecó e jornalistas que fariam a cobertura da final da Copa Sul-Americana.

O voo que transportava a equipe da Chapecoense partiu na noite de segunda-feira de Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, em direção a Medellín, e que caiu após uma pane seca, interrompeu os sonhos dos meninos que tencionavam trazer o título para o povo brasileiro.

A tragédia trouxe à tona gestos tocantes como o do time colombiano Atlético Nacional, com quem a Chapecoense disputaria a primeira partida da final, e que solicitou à Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) que a equipe catarinense seja declarada campeã da competição deste ano.

A dor que vivemos, e que ainda machuca, nos faz olhar para a efemeridade da vida. Nos resta lamentar a sucessão de erros ocorridos pela companhia aérea, quando não parou para abastecer o avião, e pela dificuldade da controladora em entender a sinalização do piloto de que algo estava errado Apenas há a lamentar que os heróis do Chape tenham ido tão cedo.

Como diz a canção do Legião Urbana, “Os Bons Morrem Jovens”. Descansem em paz!