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Editorial da edição 370

Em matéria do repórter de Política, Paulo Talarico, que você lê na página 8 desta edição, fica claro a ascenção de partidos que até bem pouco tempo não figuravam entre os principais na região, caso do PTN, considerado nanico em âmbito nacional, mas que sai da eleição de 2016 no comando do maior eleitorado da região oeste, com as eleições de Rogério Lins, em Osasco, e de Igor Soares, em Itapevi, a legenda administrará cidades com 712 mil moradores, com direito a voto, 45% dos que vivem nas oito cidades do Cioeste. O PSDB vem na sequência, com pouco mais de 300 mil eleitores, mas com o peso de grandes orçamentos em Barueri e Santana de Parnaíba.​

Em matéria do repórter de Política, Paulo Talarico, que você lê na página 8 desta edição, fica claro a ascenção de partidos que até bem pouco tempo não figuravam entre os principais na região, caso do PTN, considerado nanico em âmbito nacional, mas que sai da eleição de 2016 no comando do maior eleitorado da região oeste, com as eleições de Rogério Lins, em Osasco, e de Igor Soares, em Itapevi, a legenda administrará cidades com 712 mil moradores, com direito a voto, 45% dos que vivem nas oito cidades do Cioeste. O PSDB vem na sequência, com pouco mais de 300 mil eleitores, mas com o peso de grandes orçamentos em Barueri e Santana de Parnaíba.

Um dos motivos para a ascenção, segundo cientista político ouvido pelo Giro S/A, pode ser a crise política com as investigações contra a corrupção que atingiram diretamente o PT, mas também outras legendas. Com o cenário, partidos menores viram uma grande oportunidade de se mostrar ao eleitorado de centro à direita.

O Partido dos Trabalhadores, sem chover no molhado, colheu nas urnas o resultado da sequência de erros sucessiva de seus filiados, tanto nas prefeituras, quanto nas Cãmaras, e, sobretudo, no âmbito federal. Mais do que sofismas, o partido precisa se reorganizar, em respeito à militância e a sua história. Menos arrogância fará bem nesse momento.