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Eletrônicos na região podem “sumir” dos estoques das lojas

A indústria de elétrica e eletrônica já apresentam problemas no recebimento de materiais

Os efeitos da pandemia do coronavírus podem prejudicar a venda de eletrônicos em lojas da região. Há quem diga que, após o fim dos estoques atuais, a venda de itens como antenas digitais, carregadores e outros produtos que são fabricados na China possam faltar no mercado.

Nessa semana, o comércio na Rua 25 de Março, em São Paulo, por exemplo, foi esvaziado pelos consumidores. Na Galeria Pagé havia praticamente apenas a presença de funcionários das lojas.

Um comerciante que tem loja de eletrônicos há 20 anos disse à reportagem que antecipou uma grande compra de itens para se prevenir de uma possível crise.

Hoje, no Brasil, a indústria de elétrica e eletrônica já apresentam problemas no recebimento de materiais, componentes e insumos provenientes da China.

Entrega de produto final
Uma pesquisa da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) aponta que 54% das empresas consultadas informaram que caso este cenário decorrente do coronavírus se prolongue por mais um mês e meio haverá risco na entrega do produto final para os seus clientes. A pesquisa foi realizada junto a 50 indústrias das diversas áreas do setor eletroeletrônico.

70% das empresas
A Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) informou ao Giro S/A que
a situação de desabastecimento é observada entre os fabricantes de produtos de Tecnologia da Informação (celulares, computadores, entre outros). Apesar de uma minoria de fábricas terem parado a atividade, a maioria diz que irá manter produção.

Comercio online
Levantamento divulgado pelo site Confie e Compre revela que o e-commerce faturou R$ 75,1 bilhões, alta nominal de 22,7% em relação ao ano de 2018. De acordo com o estudo, o poder aquisitivo do consumidor não variou significativamente no período: o valor médio das compras realizadas foi de R$ 420,40 (incremento de apenas 0,2% em relação ao ano anterior). As mulheres foram as responsáveis por 52,1% dos pedidos de compras feitos no País durante o ano de 2019. A região sudeste liderou as vendas.

Perdas globais
O coronavírus pode resultar em perdas de US$ 50 bilhões no comércio global, segundo estimativas da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (Unctad). O prejuízo deve vir da desaceleração da produção industrial na China e ser sentido na cadeia produtiva ao redor do mundo. No Brasil, o presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, disse que a epidemia do Covid-19, o novo coronavírus, terá reflexos na economia brasileira, mas que o efeito será passageiro.













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