No Portal da Eternidade

Williem Dafoe foi eleito melhor ator do ano no Oscar - Foto: Divulgação

Vincent Van Gogh (Willem Dafoe, indicado a Oscar de Melhor Ator nesta atuação) vivia em Arles no ano de 1888. Ele tentava decifrar os seus pensamentos ao mesmo tempo que pintava um dos quadro mais famosos da arte moderna: Quarto em Arles.
O Portão da Eternidade, de Julian Schnabel, é uma jornada dentro do mundo e mente de uma pessoa que, apesar do ceticismo, do ridículo e da doença, criou algumas das obras de arte mais adoradas e impressionantes do mundo.
Após sofrer com o ostracismo e a rejeição de suas pinturas em galerias de arte, Van Gogh decide ouvir o conselho de seu mentor, Paul Gauguin (Oscar Isaac), e se mudar para Arles, no sul da França. Lá, lutando contra os avanços da loucura, da depressão e as pressões sociais, o pintor holandês adentra uma das fases mais conturbadas e prolíficas de sua curta, porém meteórica trajetória.
Não se trata de uma biografia, mas de cenas baseadas nas cartas de Van Gogh, em concordância comum sobre eventos em sua vida que se apresentam como fatos, boatos e momentos que são simplesmente inventados.

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