Crítica de Cinema: Brinquedo Assassino

O assustador está de volta nas telonas - Foto: Divulgação

Remakes sempre causam um certo receio naqueles mais céticos em relação à qualidade da refilmagem. E quando a ideia vem direcionada para uma franquia que é um ícone da cultura pop mundial, a coisa fica ainda mais complicada. Brinquedo Assassino, remake do longa de 1988 que se tornou clássico do chamado "terror adolescente", se distancia do original, mas não de forma positiva.

No novo longa, acompanhamos a história de Karen, que no aniversário do filho Andy o presenteia com um Buddi, boneco mais aguardado dos últimos tempos. O garoto solitário, tem dificuldade de fazer amigos e o brinquedo causa uma verdadeira alegria. A versão de Buddi recebeu upgrade que o faz ganhar vontades próprias e é aí que os crimes estranhos começam na vizinhança.

Diferente do clássico de 1988 que trazia o boneco possuído pelo espírito de um serial killer, Chucky agora se torna um personagem chato, carente e sem qualquer personalidade. Esqueça o humor ácido e intrigante do ruivinho assustador, já que aqui ele só exige atenção e quando não recebe, usa da violência para se vingar daqueles que se aproximam de Andy.

Boas atuações de Aubrey Plaza (Karen) e Brian Tyree Henry, que vive o detetive Mike Norris, estão entre os pontos positivos do longa.

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