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Cidades têm diferentes adesões à vacina de HPV

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Vacinação ajuda prevenir a doença – Foto: Ministério da Saúde

A vacina de HPV deve ser aplicada em duas doses em meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14. Na região, há cidades com alta e baixa adesão.

Entre 2014 e 2018, Osasco aplicou 97.943 doses. Em 2018 foram 16.341. O cálculo considera a soma dos últimos 4 anos. A cobertura vacinal para HPV é de 156,7% (1ª dose) e 99,3% (2ª), em meninas. Em meninos, 44,9% (1ª) e 35,3% (2ª). A vacinação de alunos em 162 escolas públicas e privadas contribuiu para as altas taxas de cobertura. Em 2019, segue a mesma linha.

Em Barueri, em 2018, nas meninas houve cobertura de 105,3% (1ª dose). Na 2ª, 76,8%. No primeiro trimestre de 2019 foram aplicadas 575 (1ª) e 552 (2ª). No caso dos meninos, a cobertura foi de 65,4% (1ª) no ano passado; e de 25,3% (2ª). No primeiro trimestre de 2019 foram aplicadas 636 primeiras doses e 486 nas segundas.

Cotia apenas 11% das meninas tomaram a 2ª dose da vacina contra HPV em 2018. Na 1ª, a cobertura ficou em 12,72%.

Para a pediatra Lilian Gonçalves Zaboto, falta de divulgação, de informação da população, fake news e distância entre doses levam à pouca adesão. “A 2ª dose é dada 6 meses após a 1ª. Os pais esquecem. Na rede privada são 3 doses, está em bula”, explica Lilian.

A pediatra ressalta que como a vacina é divulgada com ênfase no câncer de colo de útero, muitas mães não levam meninos. “A vacina protege também contra o câncer de pênis e o de ânus”, finaliza. 

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