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Serviços de abrigo para animais domésticos são restritos

Foto: Edivaldo Santana/GIRO S/A

Após a morte da cachorra Manchinha, em Osasco, o destino de animais sem dono preocupa protetores e a população em geral. Osasco e Barueri, investem em serviços.

Barueri tem dois canis, o Centro de Proteção ao Animal Doméstico (Cepad I, de resgate) e Cepad II (adoção). Animais machucados e agredidos têm prioridade. "O canil está em reforma, previsto para concluir em abril de 2019. Teremos 60 canis individuais, 12 canis coletivos e 2 gatis no Cepad 2", diz Ivan Vanderley da Silva, diretor do Departamento de Biodiversidade da Secretaria de Recursos Naturais e Meio Ambiente (Sema). Hoje, no Cepad1 há 55 canis individuais e coletivos, berçário e 3 gatis.

Já em Osasco, o Departamento de Fauna e Bem-Estar Animal informa que recolhe animais (cães e gatos de grande porte, e silvestres) em via pública sem proprietário, conforme legislações (atropelados, com doenças infectocontagiosas ou agressivos com laudo de mordedura ou B.O.), e outros casos específicos. "A média mensal é de 50 animais" afirma o diretor Fabio Cardoso. Há na Câmara Municipal um projeto de lei específico a animais domésticos e silvestres.

Em Barueri e Osasco os animais recebem vermífugo, vacinação, castração, ressocialização e vão para adoção.

Cotia não tem serviço de recolhimento. "Estimula o abandono. Temos política de conscientização sobre guarda responsável e campanhas. Em 2018, mais de3.250 animais foram castrados", diz a veterinária Ana Marina Lino, coordenadora do Departamento de Zoonoses, que atua em casos de doenças. Animais são recolhidos em casos específicos, como suspeita de doenças infectocontagiosas.

A prefeitura de Santana de Parnaíba não retornou à reportagem.

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