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Prefeituras buscam agilidade nos exames laboratoriais

Foto: Divulgação

A maioria das cidades da região terceiriza o serviço de exames laboratoriais da rede pública. Porém, algumas delas estão investindo na agilidade do serviço, procurando a entrega de resultados em um tempo mais curto.

Santana de Parnaíba, por exemplo, conta com um novo laboratório terceirizado, no Tamboré, para atendimento e exames de hematologia (coleta e análise de sangue, contagem de plaquetas e hemoglobina) e de bioquímica (glicose, colesterol total e triglicérides). Osasco também terceiriza esse serviço, mas trocou de laboratório para ganhar eficiência nas análises.

Barueri investe em laboratório próprio, que realizará mamografia 3D, análises clínicas, ressonância magnética, etc. As obras do Centro de Diagnósticos estão em fase de acabamento, com previsão de término em fevereiro de 2019. Terá média de 3 mil atendimentos por dia. Hoje, são feitos por mês cerca de 30 mil exames e a intenção é oferecer o dobro. Deve ser administrado por Organização Social.

Para o Dr. Felipe Lora, gerente médico do Hospital Sabará, a possível construção de um centro de diagnósticos e de um laboratório pelo governo, além da dimensão de sua estrutura, deve levar em conta a frequência da demanda e a fila de espera pelo exame. "Esses fatores devem estar alinhados com o foco do governo, determinando o investimento", diz Lora. "Se há grande demanda e fila de espera, mas o exame é pedido poucas vezes, a montagem de um centro não é recomendada. A fila pode ser zerada e o equipamento tornar-se ocioso. Outro ponto é oferecer o diagnóstico certo e, consequentemente, o tratamento", ressalta ele.

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