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Barueri é eleita a melhor cidade do País para fazer negócios no setor de Serviços

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O bairro de Alphaville é um doa grandes geradores de vagas de trabalho (Pedrones Imagens Aéreas/Jornal Giro S/A)

Segundo ranking divulgado pela consultoria Urban Systems, geração de empregos e conexão com a internet são fatores que levaram o município a conquistar a 1ª posição

Barueri foi eleita a melhor cidade do País para fazer negócios no setor de Serviços, segundo ranking da consultoria Urban Systems, publicado pela revista “Exame” na quarta-feira (7). Pelo segundo ano consecutivo, Barueri ocupa o 1° lugar nesse eixo econômico.

Segundo Willian Rigon, diretor de marketing da Urban Systems, as análises feitas mostram que a cidade tem uma das mais altas taxas de empregabilidade em relação à população do Brasil. Quase metade dos novos empregos criados no município ocorreu no setor de Serviços. Em 2022, o saldo positivo foi de 7.721 novas oportunidades de trabalho.

A velocidade de conexão da internet de 485 megabits por segundo também colaborou para colocar Barueri na 1ª posição. A título de comparação, na cidade de São Paulo esse número é de 227 megabits por segundo.

“A concentração e o adensamento de empregos e de empresas gera oportunidades. A cidade nasceu como dormitório e, hoje, o setor de serviços tem ganhado cada vez mais notoriedade”, explicou Rigon.

As 100 mais em Serviços
Entre as 100 melhores cidades para fazer negócios em Serviços, Santana de Parnaíba aparece em 7º lugar este ano. Subindo posições em relação ao ano passado, quando ocupava o 21º lugar. Já Osasco caiu posições, passando do 11º lugar para o 22º.

Itapevi e Jandira, que não apareciam na lista das 100 mais em 2021, surgem em 2022 nas 63ª e 67ª posições, respectivamente.

Ranking 2022
Nesta 9ª edição do ranking das melhores cidades para fazer negócios, foram analisados municípios com mais de 100 mil habitantes, e em seis eixos econômicos: comércio, serviço, indústria, mercado imobiliário, educação e agropecuária.

Foram avaliados mais de 60 quesitos e indicadores somando as seis áreas econômicas, com análises referentes à infraestrutura de saneamento, transportes, mobilidade urbana, logística e telecomunicações. A fotografia foi feita com dados referentes até outubro deste ano.

Com informações de revista Exame.

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